O governo federal anunciou nesta sexta-feira, 27, uma linha de crédito emergencial para pequenas e médias empresas, com o objetivo de ajudá-las durante o período de crise devido à pandemia do novo coronavírus. O programa foi anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Serão disponibilizados no máximo R$ 20 bilhões por mês pelo período de dois meses, ou seja, no máximo R$ 40 bilhões. Segundo Campos Neto, o financiamento estará disponível para empresas com faturamento anual de R$ 360 mil a R$ 10 milhões, exclusivamente para folha de pagamento. Os juros do empréstimo serão de 3,75% ao ano, e as empresas terão seis meses de carência e 36 meses para quitá-lo.

O economista e colunista da BandNews FM José Roberto Mendonça de Barros vê como adequada a nova ação do governo federal, porque as condições do financiamento são razoáveis e nenhuma empresa teve ou terá acesso no mercado a dinheiro com as taxas anunciadas. Ele se diz preocupado, porém, com a questão da operacionalização.

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Para Ricardo Gallo, sócio da Gallo Investments e colunista da BandNews FM, o pacote econômico é bastante positivo.

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De acordo com o cientista político e colunista da BandNews FM Fernando Schüler, a linha de crédito emergencial é um pilar para a travessia da crise econômica, apesar da demora do governo ema tomar uma atitude. Ele reforça que ninguém estava preparado para o momento, mas que a calamidade pública foi declarada há algumas semanas e a informação sobre o coronavírus vinha de meses.

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