O vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, cuja gravação foi apontada pelo ex-ministro Sergio Moro como prova na investigação de suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal, não esclarece a questão central.

Para o cientista político Fernando Schuller, a estranheza no processo do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, foi permitir a divulgação de toda a reunião, cujos alguns conteúdos nada têm a ver com a investigação.

O colunista da BandNews FM coloca em dúvida ainda a permanência no cargo do ministro da Educação Abraham Weintraub, que defendeu a prisão dos ministros do STF.

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