Golpistas aproveitam a decisão da Polícia Federal de suspender a emissão de passaportes e prometem conseguir “documentos oficiais” em no máximo uma semana.

Um dos criminosos que promete o passaporte “paralelo” cobra 1.500 pelo serviço.

Eles pedem metade do valor – 750 reais – de forma adiantada, e assim garantem o lucro do golpe mesmo sem emitir passaporte algum.

O repórter da Rádio Bandeirantes Agostinho Teixeira conversa com um criminoso que se identifica como Flávio.

Sem saber que estava sendo gravado, ele afirma que trabalha com documentos há dez anos; segundo o golpista, “tudo original”:

O homem ainda garante a entrega do documento pelos Correios e pede que a vítima confie no “trabalho”:

A Polícia Federal ainda não tem previsão de quando a emissão será retomada.

A instituição alerta que todos os documentos oferecidos no mercado paralelo são falsos.

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