A Procuradoria-Geral da República espera concluir até o fim da semana que vem a investigação que pode anular ou rever os benefícios incluídos na delação premiada de executivos da JBS.

O áudio traz uma conversa entre o empresário Joesley Batista e o diretor de Relações Institucionais Ricardo Saud e teria sido incluído “sem querer” no material entregue à PGR.

Entre os citados estão o ex-procurador da república Marcelo Miller – que trabalhou para a JBS mesmo sem deixar o cargo – e pelo menos quatro ministros do Supremo Tribunal Federal, sendo que UM deles estaria envolvido em atividades comprometedoras.

Em um dos primeiros trechos, divulgado pela revista Veja, Joesley e Ricardo Saud dão a entender que não sabiam mexer no gravador:

Em outro momento, eles falam sobre o senador Ciro Nogueira, do Partido Progressista:

Em mais um trecho, Joesley Batista afirma que sabe como “pegar” o Supremo Tribunal Federal, citando o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardoso:

Outro que aparece no diálogo é o ex-procurador Marcello Miller, tido como ex-braço-direito de Rodrigo Janot:

Na conversa, os dois citam pelo menos quatro ministros do STF, mas não dá para entender se há ou não qualquer atividade ilícita:

Com a certeza de que fecharia um acordo de delação premiada, Joesley Batista se diz tranquilo quanto à possibilidade de ser preso:

O dono da JBS ainda cita um ditado popular para falar do ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto, que também firmou acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República:

A decisão sobre rever ou não a delação da JBS será tomada pelo Supremo Tribunal Federal.

DEIXE UMA RESPOSTA

Deixe seu comentário!
Por favor, informe seu nome