O 13º ajuda muita gente a quitar dívidas, comprar os presentes de Natal e pagar a viagem de fim de ano. Aí chega janeiro e está tudo resolvido… só que não! Agora é hora de arrumar dinheiro para os gastos de começo de ano, especialmente os da volta às aulas.

No primeiro capítulo da série “Volta às Aulas no Azul”, consumidores contam o que fazem para arcar com material e uniforme, ao mesmo tempo em que precisam pagar IPTU e IPVA. Alguns optam pelo cartão de crédito, enquanto outros pedem empréstimo em linhas especiais criadas pelos bancos para esta finalidade.

O professor de finanças da FIA Alexandre Cabral teme que este começo de 2018, especificamente, tenha impacto nos índices de inadimplência, problema que já atinge 61 milhões de brasileiros, conforme dados da Serasa. Isso porque, apesar da tímida retomada da economia, muita gente voltou ao mercado de trabalho via empreendedorismo, e não via CLT, o que significa que não recebeu 13º salário, que geralmente ajuda nos gastos de janeiro.

O professor, ele mesmo vítima do aperto no orçamento (é pai de duas gêmeas de 5 anos), sugere que que quem não recebeu 13º e não fez poupança parcele os impostos, uma vez que os descontos para pagamento à vista não são tão grandes assim.

+ Depois das compras de Natal e da viagem de férias, é hora de começar a se preocupar com os gastos de começo de ano.

+ A partir de hoje, a BandNews FM leva ao ar a série de reportagens “Volta às Aulas no Azul”, que tem por objetivo ajudar o ouvinte a fazer as compras de forma consciente e com economia.

+ No primeiro capítulo, consumidores contam o que fazem para arcar com as despesas escolares, como material e uniforme, ao mesmo tempo em que precisam pagar IPTU e IPVA.

+ Alguns optam pelo cartão de crédito, enquanto outros pedem empréstimo em linhas especiais criadas pelos bancos para esta finalidade.

+ O professor de finanças da FIA Alexandre Cabral teme que este começo de 2018, especificamente, tenha impacto nos índices de inadimplência, problema que já atinge 61 milhões de brasileiros, conforme dados da Serasa.

+ Isso porque, apesar da tímida retomada da economia, muita gente voltou ao mercado de trabalho via empreendedorismo, e não via CLT, o que significa que não recebeu 13º salário, que geralmente ajuda nos gastos de janeiro.

+ O professor, ele mesmo vítima do aperto no orçamento (é pai de duas gêmeas de 5 anos), sugere que que quem não recebeu 13º e não fez poupança parcele os impostos, uma vez que os descontos para pagamento à vista não são tão grandes assim.

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