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Parques estaduais fechados por conta da febre amarela reabrem com queda de público

Os três parques estaduais de São Paulo, que ficaram fechados após a morte de macacos por febre amarela, têm queda de público.

Os comerciantes do Horto Florestal, da Cantareira e do Ecológico do Tietê ainda sentem os prejuízos nos negócios, porque os visitantes ainda estão receosos de frequentarem essas áreas verdes.

Desde o dia 10 de janeiro, o acesso está liberado nos três parques estaduais de São Paulo, que ficaram fechados após a morte de macacos com o tipo silvestre da doença. Mas, o público ainda é tímido nestes locais. Na zona leste, a dona de casa Carol Viana se ao chegar com o filho, de 2 anos, no Ecológico do Tietê.

Antes do fechamento do Horto Florestal, na zona norte, o aposentado Luis Carlos Araújo, de 67 anos, precisava esperar um dos aparelhos de ginástica ficar vago para conseguir fazer os exercícios. Agora, ele chega ao parque e faz toda a série sem dificuldades.

A menos de 500 metros dali, no parque da Cantareira, apenas dois carros estavam no estacionamento e nenhuma fila para comprar os ingressos para quem quisesse fazer as trilhas. O dono de um restaurante, Antônio Medeiros, que servia em média 180 refeições por domingo, vendeu apenas 40 no último fim de semana.

Os três parques – Horto Florestal, Cantareira e Ecológico do Tietê ganharam faixas na entrada principal com a orientação de que é preciso estar imunizado antes de ir a esses espaços. Quem vai a áreas em que o vírus da febre amarela está circulando precisa estar imunizado. A vacina é a principal arma contra a doença. Desde a abertura dos parques, o governo paulista aposta na informação e no bom senso das pessoas antes de ingressarem nesses locais.

A diretora do departamento de Fauna da Secretaria Estadual do Meio Ambiente Vilma Geraldi explica que a reprodução dos mosquitos é acompanhada por especialistas para verificar quais estão infectados. As temperaturas mais elevadas e as chuvas facilitam a reprodução dos insetos. De acordo com a diretora da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Vilma Geraldi, esse processo deve sofrer queda a partir de maio, quando as condições climáticas mudam.