Após viaduto ceder, na última quinta (15), pista expressa da Marginal do Pinheiros continua interditada entre as pontes Jaguaré e Transamérica (Leo Otero/Folhapress)

Mantendo uma de suas principais características, de estar sempre ao lado do paulistano, a BandNews FM inicia mais uma ação que vai radiografar os problemas da maior cidade do país. “Perigo Concreto” vai contar com a ajuda dos ouvintes para identificar as falhas em pontes e viadutos.

Na capital paulista, a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras diz realizar vistorias periódicas em 185 pontes e viadutos. Um estudo da pasta feito em 2017 apontou a necessidade de manutenção em 33, ou 18%, dessas superestruturas. Mas as licitações dessas obras estão suspensas!

A rádio tem sido pioneira nas ações de radiografia da cidade há mais de cinco anos, quando foi lançado em março de 2013 o “Buracômetro”, iniciativa que mapeou os locais exatos de buracos nas ruas e avenidas da região metropolitana de São Paulo.

Ao longo desses quase seis anos, criamos o “Trepida SP”, que rendeu um ranking das ruas e avenidas campeãs de trepidação, o “Choveu, Alagou”, com informações de áreas que alagam durante as chuvas, o “Dengômetro”, que mapeou as regiões com mais casos de dengue na Grande São Paulo, o “Conta Gotas”, criado durante a crise hídrica de 2014, o “Choveu, Apagou”, que envolveu a falta de luz causada por tempestades, e o “São Paulo Pra Gente”, quando entregamos ao então prefeito eleito João Doria fotos e vídeos feitos pelos ouvintes contando o que eles gostariam de mudar na cidade.

Toda as informações do “Perigo Concreto”, assim como sugestões de especialistas ouvidos pela reportagens, serão entregues à Prefeitura de São Paulo.

Ouça os detalhes com Sandro Badaró:

2 COMENTÁRIOS

  1. A Ponte Bernardo Goldfar, foi pintada, retiraram as plantas “Pé de tomate” mas os buracos e as fendas, continuan.

  2. Não é sobre pontes e viadutos, mas creio que é pertinente:
    Sob as linhas do Monotrilho, percebo que não há qualquer tipo de proteção contra queda de eventuais peças que podem vir a colapsar (parafusos, rodas, suportes, etc) coisa normal para este tipo de equipamento. Ressalto que há lugares em que há circulação de carros, bicicletas e lógico pedestres sob o mesmo. Para não haver esta necessidade, deveria a área estar isolada e ainda com distância de segurança o que seria impossível pela configuração local, assim, esta proteção (grade) sob todo trajeto do trem é indispensável e desta forma como está, não atende a NR12 ( Normas Regulamentadoras do MTE).
    Para liberação deste equipamento deveria ter sido feito uma análise de riscos (chama-se tecnicamente de HAZOP em inglês) e garanto que da forma como está jamais teria sido liberado para operação. A qualquer momento poderemos ter vítimas e algumas delas poderão ser fatais.

    Eng. Enio – Campinas SP

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