Motoristas que vão deixar passageiros dentro do estacionamento do Aeroporto de Congonhas devem ficar atentos à cobrança, mesmo que não utilizem o serviço. Não existe lei que obrigue os estacionamentos a terem tolerância mínima de permanência no local.

O taxista Anderson Rocha foi levar um passageiro ao aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. Como o cliente tinha deixado o próprio carro estacionado no local, o motorista entrou com o táxi no estacionamento. Aí veio a surpresa para o Anderson: o que seria apenas uma passagem rápida, se tornou um prejuízo!

Procurada, a Estapar confirma, em nota, que os estacionamentos não oferecem tempo mínimo de tolerância e que a cobrança ocorre pelo fato de a empresa se responsabilizar pelo veículo assim que é feita a emissão do tíquete e o cliente entra no local. Afinal, isso é legal?

Segundo o chefe de gabinete da Fundação Procon de São Paulo, Guilherme Farid, não existe lei hoje que estabeleça um prazo de tolerância para os estacionamentos. Mas é preciso deixar bem avisado.

Segundo a Estapar, os estacionamentos da rede, incluindo o do Aeroporto de Congonhas, contam com sinalização exposta de maneira clara e visível. Caso isso não ocorra, o chefe de gabinete do Procon diz que o consumidor pode fazer uma denúncia aos órgãos de defesa.

O preço cobrado no estacionamento do Aeroporto De Congonhas custa a partir de 20 reais. Atualmente, existem 2,5500 vagas.

Confira o boletim completo:

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