Apesar de estudos mostrarem que as mulheres são mais disciplinadas do que os homens quando o assunto é tratamento de hipertensão, a mortalidade delas está aumentando por doenças do coração.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, na década de 1960, nove em cada dez vítimas dessas complicações eram homens – hoje, o índice está equilibrado. Ainda de acordo com a entidade, esses problemas matam duas vezes mais mulheres do que todos os tipos de câncer juntos.

No capítulo de hoje da nossa série de reportagens sobre hipertensão do repórter Bruno Capozzi, vamos entender as diferenças entre elas e eles no acompanhamento médico para pressão alta:

 

22/04/2019 – Quase um terço da população brasileira morre por problemas cardiovasculares

23/04/2019 – O Brasil é o país com a população mais sedentária da América Latina

24/04/2019 – Metade dos brasileiros desistem do tratamento de hipertensão depois de um ano

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