Seis meses depois do rompimento da barragem da Vale no Córrego do Feijão, em Brumadinho, 22 pessoas ainda estão desaparecidas. A lama que escorreu por 10 quilômetros até o rio Paraopeba destruiu o que havia no caminho e deixou 248 mortes confirmadas até agora.

A BandNews FM voltou a Brumadinho e conta, a partir de hoje, em uma série especial de reportagens, como estão a cidade, as famílias atingidas, o rio e o que esperar para o futuro.

#CAPÍTULO 1:

 

Seis meses depois, 22 famílias ainda esperam para enterrar seus entes queridos, desaparecidos após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho. Quase todos trabalhavam na mineradora; há também uma vítima que estava na pousada Nova Estância, totalmente destruída pela lama de rejeitos, ainda não encontrada.Entre as famílias dos 248 mortos confirmados, a tentativa de reconstruir a vida ainda engatinha, como você ouve no segundo capítulo desta série especial de reportagens.

#CAPÍTULO 2:

 

Os moradores de Brumadinho dizem que, se pudessem, apertariam um botão para saltar o dia 25 de janeiro de 2019 no calendário. Foi há exatos seis meses que a barragem da mineradora Vale veio abaixo. A BandNews FM voltou à cidade mineira e conta nesta semana como está a região. No capítulo de hoje, a situação do Rio Paraopeba e de quem depende da terra para viver.

Confira a terceira reportagen da série feita por Gabriela Mayer, 180 dias após o rompimento da barragem de Brumadinho:

#CAPÍTULO 3:

 

O futuro de Brumadinho é incerto para quem vive na cidade mineira hoje associada ao rompimento da barragem da Vale. O município tem o sonho de voltar a ser lembrado por Inhotim, o maior museu a céu aberto do mundo; pela rica produção de hortaliças e verduras; pela tranquilidade.

A população deseja um dia conseguir deixar o luto para trás. No último capítulo desta série de reportagens, vamos falar sobre o futuro.

#CAPÍTULO 4:

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