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Líder da Blitz relaciona início da banda às ‘peladas’: “nascemos do prazer”

O ano é 1982. Para muitos, aquela temporada marcou a principal geração da seleção brasileira que nunca venceu uma Copa do Mundo. Sócrates, Cerezo, Zico, Falcão e companhia encantaram os amantes da bola no torneio disputado na Itália, mas sucumbiram diante dos anfitriões antes da grande decisão.

O ano é 1982. Verão carioca. Uma lona começa a ser esticada sobre o pedaço de terra que separa Ipanema de Copacabana. “À sua sombra toma forma um espaço multicultural e democrático que ficou conhecido como Circo Voador. Naquele palco praiano, que depois mudaria para a Lapa, no centro do Rio, nasceu a BLITZ”.

A seleção que encantava com a arte, com o jogo bem jogado, gerou sofrimento também em Evandro Mesquita, líder de uma das bandas vanguardistas do rock nacional.

“Sofremos juntos com o povo, porque não fomos campeões, mas é algo lembrado até hoje. A música é algo mágico como um drible. E buscamos isso tanto nos campos, quanto nos palcos”, relembra o vocalista do grupo que segue em turnê quase 40 anos depois.

“A Blitz nasceu deste prazer também, depois das peladas em Saquarema… levar um som com um amigo, tentar compor uma música”, diz Evandro, nesta entrevista à BandNews FM.

Para ele, o futebol tem o poder de misturar pessoas. Ele jogava, como disse, “com delegado, traficante, porteiro e outros músicos”. O mundo, entende o artista, para sempre naquela jogada em campo. E ter convivido num ambiente de boas peladas foi uma experiência especial.

Ator e dublador, Evandro Mesquita sempre teve a polivalência como uma de suas características. O amor imutável neste período todo é o do Fluminense, time do coração, com quem estabeleceu uma relação muito bonita.

Confira o bate-papo na íntegra:

 

 

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Blitz no @rockinrio, em 1985!

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