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Omissão e falta de ações efetivas são expostas no 2º capítulo da série sobre racismo no futebol

FIFA/Divulgação/Twitter
A Fifa sempre usa o lema “Say no to racism” em banners de competições oficiais. Crédit: Divulgação/FIFA

O pastor protestante e ativista político americano Martin Luther King, um dos principais nomes da humanidade na luta contra o racismo, diz que “a discriminação dos negros está presente em cada momento das suas vidas para lembrá-los que a inferioridade é uma mentira que só aceita como verdadeira a sociedade que os domina”.

No futebol, a opressão e a discriminação vêm da torcida, dos outros jogadores e das organizações que deveriam fazer valer as boas regras do esporte.

Série traz casos de racismo no futebol e o que está sendo feito para combatê-los

A omissão das entidades que comandam o futebol em casos de racismo dentro e fora de campo é o tema do segundo capítulo da série especial de reportagens que você acompanha nesta semana na BandNews FM sobre a discriminação neste esporte.

Conheça o único presidente negro dentre os 40 principais times do Brasil

Jogadores, ex-atletas, dirigentes, psicólogos e grandes nomes do futebol foram ouvidos pelo repórter Luiz Teixeira e dividiram experiências dentro e fora de campo quando o assunto é o preconceito racial.

Ouça no player abaixo o segundo capítulo:

* Após o fechamento da matéria, a CBF confirmou que irá promover ações contra o racismo na rodada 34 do Campeonato Brasileiro, em parceria com clubes e com o Observatório da Discriminação Racial no Futebol. Os times entrarão com uma camisa da campanha “Todos iguais”, levando a hashtag #ChegaDePreconceito nas costas.

Outra ação é que os escudos no gramado darão lugar às mensagens “Todos iguais” e “Chega de preconceito”. Além disso, os capitães das duas equipes vão ler uma mensagem, em conjunto, contra o racismo. Por fim, todos os jogadores vão assinar uma camisa e as 20 serão doadas para o Observatório leiloar.