A morte do nosso eterno âncora de todas as manhãs, Ricardo Boechat, completa hoje um ano e como bate a saudade, mas ele deixou um legado.

Até agora, o inquérito que apura o acidente que vitimou o jornalista da BandNews FM não foi concluído. Ricardo Boechat voltava de uma palestra em Campinas, no interior de São Paulo, quando o helicóptero em que estava caiu e bateu contra um caminhão na Rodovia Anhanguera.

Como não podia ser diferente, nós aqui da BandNews FM seguimos lembrando os comentários indignados, os pensamentos elaborados, as agulhadas, a preocupação com os ouvintes e os prêmios, muitos prêmios.

9 COMENTÁRIOS

  1. Meu Deus, meu Deus….Todas as vezes que lembro da morte desse velhinho tao legal eu sinto uma dor profunda no peito. Eu tive o prazer de conhecer o Boechat uma única vez, mas a sensação é de que eu o conhecia desde muito tempo. Lembrar da morte do Boechat é sentir uma dor, um aperto no peito, mas ao mesmo tempo a alegria de ter a oportunidade de aprender com esse velhinho que falava pelos cotovelos. Um pouco de tudo aprendi com Boechat; amor ao próximo, cuidado com meio ambiente, exercício da cidadania, amor profundo a família, dedicação a profissão e amar a vida incondicionalmente! Obrigado, BandNews, Abraço Boechat onde estiver do seu ouvinte assíduo Rodrigo Diniz, São Gonçalo/RJ

    • Parabéns Rodrigo se me permite faço minhas as suas palavras
      Hoje pela manhã ouvindo a homenagem que fizeram a ele …quando ouvi a Carla Bigato e Rodolfo Schneider dar seu testemunho senti um nó na garganta me segurei no carro para não chorar ?

  2. Parabéns Rodrigo se me permite faço minhas as suas palavras
    Hoje pela manhã ouvindo a homenagem que fizeram a ele …quando ouvi a Carla Bigato e Rodolfo Schneider dar seu testemunho senti um nó na garganta me segurei no carro para não chorar ?

  3. Eu, sem fazer comparação e sim um paralelo, confesso que pela minha imensa admiração pelo nosso saudoso Carequinha de todas as manhãs só me lembro de ter sentido o que senti em 11/02/2019 quando perdemos um outro brasileiro que amava o nosso país e nos enchia de orgulho por tão brilhantemente nos representar. Esse outro ídolo brasileiro ao qual eu me refiro e traço um paralelo hoje na ausência do Boechat é o nosso também inesquecível Ayrton Senna. O Boechat diante do microfone tinha a mesma competência e patriotismo do nosso Ayrton Senna diante de um volante. Para o Brasil foram 2 perdas irreparáveis, porém o legado deixado por ambos é do tamanho da estatura profissional desses 2 heróis que empunharam a bandeira verde e amarela com um amor e uma bravura inquestionáveis.

  4. Nossa que Saudade, quando ouvi a voz pela manhã, pensei, nossa Boechat voltou, infelizmente nao era verdade, mais estará sempre guardado em nossos corações, comentários maravilhosos, NOSSA que SAUDADE dessa inteligência enorme, BOECHAT era muito, muito, muito BOM. Como poderia não ser verdade isso, mais infelizmente estamos de passagem nessa vida, SAUDADE BOECHAT, vc deixava minhas manhãs muito mais divertida com suas brincadeiras, revoltado como seus cometários falando dessa raça imunda dos politicos, vc era MARAVILHOSO.

  5. Boechat, meu amado amigo de infância, de adolescência, no Saco de São Francisco em Niterói, onde brincamos, fizemos travessuras, e junto com nossos outros amigos ficávamos horas sentados no chão, todos próximos, comentando sobre as meninas bonitas que passavam, e sobre de tudo um pouco, além do desejo te termos um toca fita da marca TKR, alto falantes Bravox, Novik ou Seleniun tamanho 6×9 na traseira e de 6″ na frente, além de um módulo de potência da marca Infinity (que mais parecia um tijolo de cor preta) para ouvirmos músicas no fusquinha, na Variant, na Brasília, no Opala, no Chevette, e até mesmo no Gordini, do “Coronel”, pai na Nancy, a gata mais maravilhosa do pedaço, e que soube que hoje mora na Barra da Tijuca. Sem contar, nos dias de sol, quando todos nós nadávamos até aquela pequena ilha, e ficávamos de lá observando a areia da praia e as pessoas um pouco mais de longe, ilha onde fazem alguns anos tem a estação do “aerobarco” por perto. E as subidas “a pé” até o Mirante do Parque da Cidade? Sem levar água e nem lanche? A volta, morrendo de fome e sede era um desespero! Agora eu ri, lembrando disso. São milhares de lembranças de todos nós, mas como você se foi para outro lugar e faz pouco tempo, elas são em maior quantidade, porque nos lembram principalmente você, sua casa, sua admirada, generosa, e querida mãe, Dona Mercedez… Quanta saudade, e como hoje percebo que a vida é cruel. O mundo não tem pena, não tem piedade. A morte é uma violência, é injusta, porque em um segundo, ou até menos que isso, nos tira uma, ou mais pessoas que aprendemos a amar e a conviver por muitos anos, e até mesmo, por uma vida inteira. Aqui não te faço homenagem, porque sei que você nunca ligou para isso, mas escrevo estas linhas para desabafar um pouco e te dizer que, jamais nesta vida, “a ficha vai cair”, e a saudade, a falta que sinto de você, de nos últimos anos te ouvir pela FM e TV, de falar com você no celular, e de saber que você estava entre nós, a tua falta diminuirá. Peço que me espere, e que no dia que eu chegue onde você está, me receba com o mesmo sorriso sacana de sempre e me dê um abração. Vamos conversar muito e lembrar de muitas coisas legais, e outras nem tanto… Querido amigo, até breve, mesmo porque, eu também já tenho idade, e menos da metade do coração batendo, devido a um tremendo infarto e a implantação de quatro Stents. Mas independe disso, e por qualquer outra causa, que eu chego aí, eu chego! Um forte abraço mesmo, e que você esteja curtindo estava nova etapa na sua vida, que não é aqui na terra, mas e daí?! Nós é que ainda estamos presos aqui “nesta bola” sem ter como sair dela. Não é?! Lembrou? Sim, a gente já naquela época falava sobre isso, que todos nós somos “prisioneiros aqui da terra”. Bom, agora chega de te escrever. Mais uma vez, até breve meu querido amigo, e vê se não esquece de me receber na chegada hein?! Senão já viu!

  6. Desde a época em que fazia cursinho pré vestibular eu ouvia o Ricardo todas as manhãs, era incrível como ele tinha
    essa capacidade de formar e informar sua opinião, a voz dele era porta voz pra expressar todos os meus sentimentos e percepções do mundo caótico,politico, humorístico e etc. Eu sou somente mais uma ouvinte anônima que carrega hoje a saudade da presença do Boechat, não o conheci pessoalmente, não sei nada a respeito da sua vida pessoal além da existência das suas filhas e esposa e dona Mecedez que ele citava muitas vezes com tanto carinho no ar. Ingressei na Universidade, terminei o curso e continuo hoje com o sentimento de que ainda faltam muitos boechat pra fazer história…Obrigada por ter contribuído com essa humilde ouvinte que tanta lhe admirava,saudades eternas carequinha s2.

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