(Foto: John Moore/Getty Images/AFP)

O presidente dos Estados Unidos ameaça colocar o exército nas ruas para controlar os protestos antirracismo no país, que já duram uma semana.

Os atos se espalharam por todo o território norte-americano e mais de 40 cidades já decretaram toque de recolher. Donald Trump chamou os governadores de fracos e imbecis, e ordenou que eles usem as tropas da Força Nacional para controlar as ações de vandalismo.

Segundo o republicano, se isso não ocorrer, ele irá enviar soldados para resolver o problema:

 

O presidente ainda classificou os protestos contra a morte do segurança negro George Floyd por um policial como atos de terrorismo doméstico. O caso ocorreu na segunda-feira da semana passada na cidade de Mineápolis.

Testemunhas que presenciaram a cena filmaram o ex-policial Derek Chauvin ajoelhado sobre o pescoço de Floyd por quase dez minutos. Uma autópsia particular contratada pela família da vítima aponta que o homem negro, de 46 anos, morreu por asfixia.

O resultado desmente o laudo oficial, segundo o qual um quadro de hipertensão pode ter contribuído para a morte do segurança. O procurador-geral de Minnesota, que está assumindo a acusação do caso, promete responsabilizar todos os envolvidos na morte de George Floyd.

Segundo Keith Ellison, estão sendo analisadas as ações dos outros três policiais que participaram da abordagem e que continuam soltos:

 

Derek Chauvin é acusado de homicídio culposo, sem intenção de matar, e assassinato em terceiro grau, quando é considerado que o responsável pela morte atuou de forma irresponsável ou imprudente.

A família de George Floyd, no entanto, quer que o ex-policial seja acusado de homicídio em primeiro grau, quando o autor sabe que seu comportamento irá provocar a morte.

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