O meio político segue reagindo à notícia de que o Brasil ultrapassou a marca das 50 mil mortes por coronavírus. Apesar do último balanço do Ministério da Saúde registrar 49.976, o consórcio de veículos de imprensa que se baseia nas secretarias estaduais de saúde informa que 50.058 pessoas perderam a vida para a covid-19 até agora. Nas redes sociais, o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, manifestou pesar pelas vítimas e afirmou que queria muito não atingir essa marca.  Ele disse ainda que governos passam e que segue rezando pelo Brasil. Também, pela Internet, o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, lamentou os 50 mil mortos pelo coronavírus e criticou o governo ao escrever que o país já teve um ministro da Saúde, em referência a Mandetta.

Já segundo o boletim mais recente do Ministério da Saúde, deste sábado, 49.976 pessoas morreram de covid-19 no País desde o início da pandemia. O número de casos confirmados chega a 1.067.579 pessoas contaminadas. Foram 34.666 novas ocorrências de pessoas infectadas nas últimas 24 horas. Entre os casos confirmados de doentes com coronavírus, 520.734 pessoas se recuperaram desde o início do surto da doença no Brasil. Três mil quatrocentas e quinze mortes são investigadas. São Paulo segue como o epicentro da pandemia no País com 12.494 mortes e 192.628 infecções contabilizadas. Na sequência, o ranking dos cinco primeiros Estados em situação mais crítica é completado por Rio de Janeiro, Ceará, Pará e Maranhão, nessa ordem.

 

 

 

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