(Foto: Reprodução)

As empresas de eventos aguardam um sinal positivo do governo de São Paulo para retomar as atividades.

Com mais de 80 feiras programadas para segundo semestre deste ano, o setor criou regras de segurança para que os espaços possam receber o público.

A intenção é apresentar um protocolo ao governo, que vai além do uso de máscara de proteção e medição de temperatura até a restrição para 40% da capacidade dos locais de eventos.

O plano prevê aumentar a distância entre estandes, ampliar os corredores e a proibir salas fechadas e ações promocionais com aglomeração.

Hoje, as exposições só seriam permitidas na última fase de reabertura prevista no Plano São Paulo. Ou seja, seria necessário que o Estado tivesse praticamente vencido a epidemia de coronavirus. Mas os organizadores esperam que seja antecipada a liberação, ao menos, dos encontros de negócios, fechados ao público em geral.

O vice-presidente da União Brasileira de Promoção de Feiras, Daniel Galante, argumenta que se os shoppings estão abertos, os eventos também poderiam:

 

 

O setor agendou por conta própria uma exposição de retomada na primeira quinzena de agosto, mas tudo depende da liberação do governo.

O diretor do Transamérica Expo Center, Alexandre Marcílio, diz que mais de 170  mil brasileiros que trabalham na área aguardam o sinal positivo:

 

A realização de mais de 2 mil feiras e eventos todos os anos no país interfere nas atividades de 50 segmentos macroeconômicos.

De cada 4 encontros de negócios na América Latina, 3 são no Estado de São Paulo.

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