Queima de fogos na praia de Copacabana, Réveillon Rio 2019 – Foto: Monteiro/SECOM

Faltando cinco meses para o fim do ano, enquanto muitas pessoas já estariam se programando para celebrar o réveillon, pela primeira vez, as celebrações da virada de ano não têm definição para ocorrer e as mais tradicionais já foram canceladas por causa da pandemia de coronavírus.

O que se sabe é que o prejuízo para várias cidades que costumavam receber turistas será bilionário e onde houver festa, será de um jeito bem diferente.

O cancelamento da “Festa da Virada” na Avenida Paulista vai deixar de movimentar quase R$ 650 milhões na economia da capital paulista, em lucros para hotéis, restaurantes e setor de compras.

Cerca de 2 milhões de pessoas passaram pela Avenida Paulista no réveillon 2020.

Público que se aproxima ao de Copacabana, no Rio de Janeiro.

No ano passado, quase 3 milhões de pessoas estiveram na praia para assistir à queima de fogos na virada.

A prefeitura do Rio de Janeiro também já anunciou, na semana passada, que haverá mudanças na festa para evitar aglomerações.

O novo plano envolve um modelo virtual, sem a presença de milhares de pessoas que costumam ocupar as areias, com queima de fogos projetada no Cristo Redentor e no Pão de Açúcar.

Após o anúncio, os hotéis da cidade lançam a campanha “Mais Rio por menos” para atrair turistas.

O projeto vai oferecer até 50% de desconto em hotéis, restaurantes, museus e pontos turísticos.

Em 2019, por causa do espetáculo, a taxa média da ocupação hoteleira na cidade do Rio chegou a 93%.

Com as mudanças no evento, o setor de hotéis estima uma perda 50% na receita do setor.

A movimentação econômica da festa realizada no último ano rendeu R$ 4 bilhões para a cidade.

Confira a reportagem de Débora Alfano:

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