A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, deu 48 horas para que o Ministério da Justiça preste informações sobre um relatório sigiloso com informações de quase 600 servidores públicos. A grande maioria estaria ligada a movimentos antifascistas.

Na decisão, Cármen Lúcia diz que, se o conteúdo da denúncia for verdadeiro, o quadro “escancara comportamento incompatível com os mais basilares princípios democráticos do Estado de Direito e que põem em risco a rigorosa e intransponível observância dos preceitos fundamentais da Constituição”.

A ministra é relatora de uma ação da Rede Sustentabilidade que pede a “imediata suspensão da produção e disseminação de conhecimentos e informações de inteligência estatal produzidos sobre integrantes do ‘movimento antifascismo’ e professores universitários”.

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