(Foto: Reprodução)

O Instituto do Butantan mantém em quarentena as sete serpentes apreendidas no Distrito Federal após o estudante Pedro Henrique Krambeck ser picado por uma naja.

As cobras já passaram por avaliação médica e exames apontaram boas condições de saúde. Entre as espécie está víbora-verde-voguel, originária da Ásia, dona de um veneno potente capaz de matar quem for picado.

Não existe soro antiofídico no Brasil. O exemplar é jovem e foi entregue voluntariamente ao Ibama.

Referência internacional em envenenamento por animais, o Instituto Butantan reúne mais de 100 variedades de diferentes partes do país e do mundo.

Após a quarentena, o diretor do Museu Biológico garante que as cobras vão ganhar um espaço na exposição do local.

Antes, os animais vão aparecer em algumas lives, já que o espaço está fechado para visitantes durante a pandemia, lembra Giuseppe Puorto:

 

A naja que picou Pedro Henrique Krambeck, de 22 anos, também está no Butantan. Mantida ilegalmente em cativeiro pelo rapaz, a cobra é adulta e extremamente nociva.

Ontem, o estudante foi indiciado por tráfico de animais silvestres e maus-tratos.

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