(Foto: Agência Brasil)

A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou nesta quarta-feira (16) com um recurso contra a decisão do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF) que determina o depoimento presencial do presidente Jair Bolsonaro no inquérito que investiga se houve interferência dele na Polícia Federal (PF).

Na semana passada, Celso de Mello negou pedido da defesa para que o presidente fosse interrogado por escrito.

A AGU pede a reconsideração da decisão ou a concessão de efeito suspensivo para que não ocorra o depoimento enquanto o colegiado competente não julgar o recurso.

Celso de Mello está de licença médica.

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