O presidente Jair Bolsonaro disse há pouco que o avião em que ele estava teve de arremeter ao chegar em Sinop, em Mato Grosso, pois a visibilidade “não estava muito boa”.

Atualmente, o Pantanal enfrenta uma onda recorde de incêndios e a fumaça das queimadas já chegou a outras regiões do país.

De acordo com a administradora do aeroporto de Sinop, havia fumaça no momento do pouso e o piloto não tinha 100% de visibilidade da pista.

A aterrissagem da comitiva, que levava ainda o ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas, e o chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, ocorreu normalmente na 2ª tentativa.

Segundo Bolsonaro, foi a 2ª vez na vida dele que acontece isso, a outra vez foi no Rio de Janeiro.

No discurso a representantes do agronegócio no estado, Bolsonaro disse que há “alguns focos de incêndio pelo Brasil” e que isso acontece ao longo dos anos.

O presidente afirmou que tem sofrido uma crítica muito grande, porque “obviamente quanto mais nos atacarem, mais interessa aos nossos concorrentes, para o que temos de melhor, que é o nosso agronegócio”.

Sobre às ‘críticas de outros países’ sobre as queimadas pelo Brasil, Bolsonaro rebateu: “Países outros que nos criticam não tem problema de queimada porque já queimaram tudo nos seus países”.

 

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