A decisão judicial do Distrito Federal suspende o corte no ponto dos servidores que não se apresentaram ao trabalho e impede a volta dos peritos ao trabalho presencial.

O governo retomou as atividades nas agências do INSS na semana passada.

Mas a Associação Nacional de Médicos Peritos criticou o retorno dos serviços, alegando que os postos não estão preparados para seguir as especificações de segurança sanitária.

Na decisão, o juiz Márcio de França Moreira escreveu que, diante do risco de que as agências não estejam seguras para evitar o contágio pelo coronavírus, optou pelo “princípio da prevenção”.

Enquanto o governo e a categoria travam uma queda de braço, o país tem cerca de 1,5 milhão de processos na fila do INSS, incluindo mais de 790 mil que aguardam perícia médica.

Ao todo, o INSS tem 3,5 mil peritos, mas nem todas as agências estão liberadas para o retorno desses profissionais e parte deve seguir em trabalho remoto.

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