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BandNews FM leva ao ar série especial para abordar particularidades sobre o período eleitoral em meio à pandemia de coronavírus

(Foto: Nelson Jr./ ASICS/TSE)

Em meio à pandemia do coronavírus, 147 milhões de brasileiros vão às urnas para eleger prefeitos e vereadores.

Adiadas por causa da crise, as eleições deste ano serão, claro, diferentes e, a partir de hoje, a BandNews FM leva ao ar uma série especial de reportagens que vai abordar essas particularidades.

No primeiro capítulo, trazemos o histórico das discussões em torno do adiamento do pleito e quais foram as regras definidas pelo TSE, com base no que foi decidido pelo Congresso, para que os brasileiros possam votar.

Serão, ao todo, mais 2 milhões de mesários, 700 mil candidatos e mais de 400 mil locais de votação e um desafio: fazer com que o processo ocorra sem aglomeração, sem contato físico, com protocolos de higiene rígidos, sem poder gastar dinheiro com isso e utilizando o mesmo plano para tantos “Brasis” dentro de um só.

O TSE excluiu a necessidade da leitura biométrica, que poderia atrasar o procedimento de votação, gerar aglomerações e fazer com que, ao menos, 400 pessoas por sessão colocassem o dedo no mesmo dispositivo. O presidente do Tribunal, Luís Roberto Barroso, garante que isso não causará nenhum prejuízo a identificação do eleitor e que medidas serão tomadas para não haver fraude.

Outra medida adotada foi a de alterar o horário da votação, que vai ocorrer das 7h até as 17h, sendo que as três primeiras horas serão preferenciais para os eleitores maiores de 60 anos. O uso de máscara será obrigatório: sem o item, o eleitor não acessa o local de votação.

Não haverá medição de temperatura: pessoas que estiverem com febre ou testarem positivo para Covid-19 nos 14 dias que precedem a eleição não devem comparecer às urnas. As urnas, aliás, não serão higienizadas.

O protocolo prevê que o eleitor, após ser identificado, faça uso do álcool em gel, vote e utilize o produto novamente. Quem se recusar a fazer isso, também será impedido de votar.

O protocolo prevê que o eleitor, após ser identificado, faça uso do álcool em gel, vote e utilize o produto novamente.

Quem se recusar a fazer isso, também será impedido de votar.

Episódio #1:

 

Episódio #2:

 

Episódio #3:

Episódio #4:

 

Episódio #5: