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Depois das reclamações do governo de São Paulo, o Ministério da Saúde garante que nenhuma vacina contra o coronavírus está descartada.

Na última quarta-feira, em uma reunião com secretários estaduais, o governo federal apresentou um plano de imunização do SUS sem considerar a CoronaVac.

A dose desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac e o Instituto Butantan está na última fase de testes.

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde enviou uma carta ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, pedindo que o governo federal compre a primeira vacina que ficar pronta e for aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Ontem, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, disse que a vacina produzida em São Paulo não será ignorada. Segundo o nº 2 da pasta, todas as vacinas seguras e eficazes poderão estar no SUS.

Dos 13 mil voluntários do Instituto Butantan, nenhum teve problemas até agora.
São Paulo quer quase R$ 2 bilhões para a distribuição da vacina em todo o país.

Até agora, o Ministério da Saúde fechou dois acordos de compra: com a empresa AstraZeneca e a universidade britânica de Oxford, e com o Consórcio Global de Vacinas.

Na próxima quarta-feira, haverá uma reunião entre o governador João Doria, o ministro Eduardo Pazzuello, e o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, para tratar do tema.

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