A Pfizer ainda não recebeu um retorno do governo federal sobre a proposta para distribuição das vacinas contra o coronavírus fabricadas pela empresa.

Em entrevista à BandNews FM, a diretora médica da Pfizer Brasil, Márjori Dulcine, disse que havia um prazo para que o país manifestasse interesse, mas isso não ocorreu.

A empresa, então, começou a discutir a distribuição com estados, o que, segundo a diretora, têm conversas adiantadas.

Hoje, a farmacêutica anunciou que pretende pedir autorização para o uso emergencial da vacina contra o coronavírus nos Estados Unidos a partir da terceira semana de novembro.

Foto: Ludovic Marin/AFP

A companhia disse ainda que precisa coletar mais informações sobre a segurança das doses para cumprir com as exigências do FDA, a agência sanitária reguladora dos Estados Unidos.

No Brasil, não há um dispositivo que permita a aplicação de forma emergencial da vacina. Segundo a Anvisa, as doses precisam ser aprovadas pelo país de origem por agências especializadas internacionais antes de passar por avaliação da agência.
A Pfizer vai fabricar 100 milhões de doses contra a Covid-19 até o final de 2020 e 1,3 bilhão em 2021.

Segundo Márjori Dulcine, as vacinas serão distribuídas para países como Reino Unido, Japão, Canadá, Estados Unidos, Peru, Chile e Costa Rica.

Acompanhe a entrevista:

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