Sem concorrência pública, o contrato de gestão do Theatro Municipal é assinado em caráter emergencial.

No fim do ano passado, a Fundação que leva o mesmo nome decidiu romper com o Instituto Odeon, responsável pelo complexo desde 2017.

As contas da organização social foram reprovadas pela Prefeitura de São Paulo. O Instituto Odeon recorreu, mas a entidade optou por um plano de desmobilização, que se encerraria em 31 agosto.

Esse prazo, no entanto, foi duas vezes por problemas no edital que escolheria a nova gestão, apontados pelo Tribunal de Contas do Município.

A Secretaria Municipal de Cultura decidiu, então assinar um contrato emergencial de seis meses com a organização social Santa Marcelina, válido a partir de primeiro de novembro.

Os quase 600 funcionários reclamam da falta de diálogo com a Fundação Theatro Municipal e afirmaram que ficaram sabendo da mudança de gestão por meio da imprensa.

O secretário municipal de Cultura, Hugo Possolo, disse, em entrevista à BandNews FM, que pretende reformular o modelo de gestão já no próximo edital, a ser lançado em novembro.

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