Foto: EBC

A empresa que agora é responsável pela gestão do Parque do Ibirapuera pretende oferecer uma experiência completa no local. O objetivo é fazer com que o frequentador, por exemplo, faça a sua corrida e depois tome banho, se sente num café e tenha as reuniões de trabalho por lá.

Desde o dia 20 de outubro, o parque mais visitado da cidade de São Paulo é administrado pela iniciativa privada.

A empresa que fará a gestão deste espaço pelos próximos 35 anos quer que o paulistano fique mais tempo no parque.

Em entrevista à Rádio BandNews FM, o diretor da Urbia, responsável pela administração do Ibirapuera, Samuel Lloyd, explica que essa experiência completa justificaria o novo preço do estacionamento. A partir de hoje, o valor da diária para deixar o carro em uma vaga é de R$ 10 de segunda a sexta-feira, e R$ 12 aos fins de semana e feriados.

A medida gerou reclamações de quem usa o parque por pouco tempo, para apenas uma corrida de 1h, por exemplo.

Enquanto era administrado pela CET, o estacionamento era pago com a Zona Azul e custava R$ 5 por 2h, prorrogáveis por mais 2h.

Ou seja, para ficar no máximo 4h, você pagaria R$ 10. Agora, R$ 10 é o valor da diária; o motorista paga isso para ficar meia hora, ou, o dia todo.

A isenção é de 15 minutos.

Atualmente, os parques infantis, bebedouros, quadras esportivas e os equipamentos de ginástica estão fechados por causa da pandemia do coronavírus. Ainda não há previsão de reabertura desses espaços.

Depois de ficar praticamente sete meses fechado, o Parque do Ibirapuera tem registrado um movimento maior do que no período pré-pandemia. Antes do fechamento, a média diária de visitantes de segunda a sexta-feira era de 62 mil. Após a reabertura, essa média foi para 70 mil.

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