É enterrado, sob aplausos, o corpo do homem negro assassinado a socos por dois seguranças em frente ao hipermercado Carrefour, na zona norte de Porto Alegre.

A cerimônia envolvendo João Alberto Silveira Freitas, o João Beto, de 40 anos, foi reservada a familiares e amigos.

Segundo o pai dele, João Batista Rodrigues Freitas, o espancamento foi uma prova clara de racismo e ele espera que a justiça seja feita contra os dois seguranças envolvidos.

De acordo com Leonardo Machado, primo de João Alberto, a morte de Beto é mais um motivo para continuar lutando pelo fim do preconceito. João Beto deixa quatro filhas.

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