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Prefeitura de BH recua e libera celebrações religiosas presenciais por ordem do ministro Kássio Nunes Marques

A prefeitura de Belo Horizonte recua, e agora admite cumprir a ordem do Ministro Kássio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, que liberou as celebrações religiosas de forma presencial, mesmo em um momento crítico da pandemia do coronavírus.

Na internet, o prefeito de BH, Alexandre Kalil, do PSD, disse o município já entrou com recurso e aguarda a manifestação do presidente do STF, Luiz Fux.

A confusão entre o prefeito e o ministro começou no sábado, quando Kássio Nunes, em decisão monocrática, atendeu um pedido de juristas evangélicos que solicitavam a realização de celebrações religiosas, proibidas na maioria das cidades por conta do aumento de casos de covid-19.

Kalil alertou que a decisão contrariava o que o plenário do STF havia decidido, dando autonomia para os prefeitos e governadores nesse assunto, e chegou a dizer que não cumpriria a determinação. Por conta disso, ele chegou a ser intimado por Nunes Marques.

O presidente da Frente Nacional dos Prefeitos, Jonas Donizete, alegou que esse tipo de decisão, por mais que deva ser respeitada, atrapalha o combate ao coronavirus no país.