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Medalhista na Rio 2016, Felipe Wu revela que o ciclo olímpico de Tóquio 2021 é mais desafiador

Por Juliana Yamaoka

O atleta da seleção brasileira de tiro esportivo Felipe Wu ainda não sabe quando vai competir novamente na modalidade antes de participar dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Com a pandemia do coronavírus, competições foram canceladas ou ainda tem a realização incerta.

“A gente tinha uma competição na Coreia do Sul que foi adiantada e, em junho, um torneio no Azerbaijão, que não está confirmado, mas a gente geralmente viaja muito para competir e com muitos países fechados para brasileiros, nos resta competir por aqui”, ressalta Felipe Wu.

Felipe começou a praticar o tiro esportivo aos 8 anos por influência dos pais. Em 2016, no Rio de Janeiro, quebrou um jejum de 96 anos ao ganhar medalha olímpica. Com a prata na pistola de ar 10m, tornou-se o primeiro atleta no país a subir no pódio desde 1920.

Na Olimpíada do Rio de Janeiro, chegou para competir como líder do ranking do mundial, com duas vitórias em etapas de Copa do Mundo e um título nos Jogos Pan-Americanos. Mas, neste ciclo olímpico de Tóquio, sofreu uma lesão no ombro e mesmo depois dos tratamentos não estava competindo bem.

“ Foi um clico conturbado até o fim de 2019, mas com a pandemia do coronavírus pude treinar mais, testar novas habilidades, sem a pressão por bons resultados”, explica Wu.

Em entrevista exclusiva na rádio BandNews FM, Felipe Wu comenta a classificação para os Jogos Olímpicos de Tóquio, conquistada com o 4º lugar na Copa do Mundo de Nova Delhi, explica como funciona a competição do tiro esportivo e ainda fala sobre a expectativa de conquistar a segunda medalha olímpica da carreira.

Confira a entrevista na íntegra para o quadro Na Trilha do Pódio:

Confira a reportagem para o quadro Na Trilha do Pódio: