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Governo e Prefeitura de São Paulo decretam estado de calamidade pública por conta do avanço do novo coronavírus

O Estado de São Paulo e a capital paulista decretam estado de calamidade pública por conta do avanço do novo coronavírus. A medida tem por objetivo desburocratizar processos e acelerar ações dos 465 municípios no combate à pandemia da Covid-19. O decreto simplifica a compra de medicamentos e equipamentos essenciais, além de facilitar a contratação de serviços na área de saúde, por exemplo.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, voltou a prometer que vai dobrar a quantidade de leitos em UTI na rede pública da cidade, com 490 novos equipamentos. Ele também anunciou que o estádio do Pacaembu e o Complexo do Anhembi vão receber leitos de baixa complexidade nas próximas duas semanas.

Bruno Covas informou também o fechamento de todos os 107 parques municipais a partir deste sábado, por tempo indeterminado. Ele diz que a recomendação foi feita pela Vigilância Sanitária, que observou um crescimento de circulação de pessoas nos espaços nos últimos dias. Já o governador de São Paulo, João Doria, reiterou o acordo firmado com supermercados para oferta de álcool em gel a preço de custo em todas as regiões do Estado.

A iniciativa vale também para redes de farmácia, incluindo Droga Raia, Drogaria São Paulo, Drogasil e Farmácias Pague Menos. A medida começa a valer na segunda-feira e vai limitar a compra por pessoa, segundo o governador João Doria.

O governador João Doria ressaltou que está em contato permanente com a Associação Brasileira de Supermercados para evitar o desabastecimento de itens de consumo. Também a partir de segunda-feira, os serviços públicos que não são considerados essenciais vão ficar suspensos até 30 de abril em todo o Estado de São Paulo.

Os atendimentos de unidades como Poupatempo e Detran serão feitos pela internet, segundo o governador João Doria.

Os parques estaduais e as unidades de conservação ambiental de São Paulo vão ficar fechados a partir do dia 23, incluindo o Zoológico, Zoo Safári e Jardim Botânico, entre outros.

Nesta sexta-feira, também começou a valer o decreto que proíbe o funcionamento de comércios considerados NÃO essenciais na capital paulista, como lojas de roupas e revendedores de automóveis.

As oficinas mecânicas são exceção, já que serão usadas para a manutenção de veículos usados por hospitais, agentes de segurança e entrega de alimentos, por exemplo.