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PGR volta a defender a prisão em segunda instância no caso Lula

A Procuradoria-Geral da República pede que seja negado o novo recurso do ex-presidente Lula contra a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região que determinou a execução da pena do político na Lava Jato.

A defesa do petista alegava que o TRF4 mandou prendê-lo sem julgar os chamados “embargos dos embargos”, que acabaram sendo negados, por unanimidade, na sessão da última quarta-feira.

O objetivo era que a decisão fosse suspensa e Lula pudesse recorrer em liberdade até o julgamento das ADCs (Ações Diretas de Constitucionalidade) no Supremo Tribunal Federal que tratam da prisão do réu depois da análise do caso na segunda instância.

O ex-presidente, que cumpre a sentença na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, foi condenado pelo juiz Sérgio Moro a 9 anos e meio de prisão no caso do triplex no Guarujá e teve a pena elevada para 12 anos e 1 mês pelo TRF4.

Agora, a decisão está nas mãos do relator da Lava Jato no STF, Luiz Edson Fachin.

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