A um ano da abertura dos Jogos Olímpicos, COB reorganiza logística em Tóquio


    Se a Olimpíada não tivesse sido cancelada por causa do coronavírus, estaríamos repercutindo nesta sexta-feira (24) a cerimônia de abertura, no Novo Estádio Nacional de Tóquio.

    Agora, estamos a um ano da Olimpíada, que ainda é incerta até que uma vacina para acabar com a pandemia seja distribuída em todo o mundo.

    O COB teve de reorganizar toda a logística do Time Brasil no Japão, que envolve a remarcação das diárias dos hotéis e passagens aéreas, além das bases para aclimatação e até mesmo dos cozinheiros brasileiros, que vão cuidar do cardápio das instalações.

    Esta será a segunda edição do maior evento esportivo do mundo no Japão; a primeira foi em 1964.

    O Brasil tem até o momento 177 atletas classificados para os Jogos, e o Comitê Olímpico Brasileiro espera que a delegação brasileira seja composta por 280 representantes.

    Na última sexta-feira (17), o COB deu início à “Missão Europa”, que levará mais de 200 atletas para treinar no exterior. No momento, estão treinando em Portugal 72 atletas de seis modalidades.

    Créditos: Divulgação COB/Alexandre Castello Branco/COB
    Larissa Pimenta, do judô, durante treino em Portugal.

    O país foi escolhido como base das atividades por estar em uma fase avançada no enfrentamento da Covid-19 e por ter sido escolhido como base principal de aclimatação do Time Brasil nos Jogos de Paris, em 2024, segundo o COB.

    Em entrevista exclusiva à rádio BandNews FM, o diretor-geral do COB e campeão olímpico do judô em Barcelona, Rogério Sampaio, explica que o Time Brasil começa a dar os primeiros passos para o retorno dos treinos, que devem respeitar todos os protocolos de higiene.

    “Esse projeto foi desenvolvido pelo COB em conjunto com outras Confederações, sendo um trabalho no exterior que vai de julho até dezembro, com todos os protocolos de segurança. É importante que este retorno se dê em um ambiente controlado. Os atletas correm o risco de lesão depois de mais de 100 dias parados. Oferecemos segurança para voltar aos treinamentos entendendo que os nossos principais adversários já retornaram”, explica.

    Confira a entrevista na íntegra para o programa “Na Trilha do Pódio”:

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